sábado, 28 de janeiro de 2012

Notícias e esclarecimentos

Antes de mais nada, agradeço muito o carinho de todo mundo que comentou no post anterior. Fiquei muito feliz pelo carinho e comentários. Vim trazer notícias rápidas e responder algumas perguntas.
Eu tenho medo de declarar isso tão cedo e depois tudo se reverter, mas, nesses cinco dias de vida o Ian tem sido muito tranquilo, muito calmo. Eu tenho conseguido descansar, dar atenção pra Ana, passar roupa e até escrever no blog...hehehe. Acho que tem a ver com a gestação, tomei muitos florais, fiz reike, massagem, terapia, isso deve ter contribuido.
Ian nasceu com 3215g e 47 cm. Como Ana nasceu bem maior, eu estranho, acho ele muito miudo, a cabecinha é muito pequenininha. No início, até me enrolava pra segurá-lo.
A minha recuperação está ótima, só sinto um incomodo na barriga por causa da cirurgia. Depois da anestesia (que foi a raqui), não tive nenhum efeito colateral, como temia. O que está sendo muito ruim pra mim são as privações, tipo não poder pegar peso, fazer esforço, essas coisas.
Eu não fiz laqueadura, porque meu médico se negou a fazer. Nem vou comentar muito sobre essa questão, porque já me cansei dela. O fato é que porei DIU, está decidido. Não terei mais filhos.
A Ana recebeu o Ian muito bem, está sendo uma grande novidade pra ela. Farei um post especialmente sobre isso lá no blog dela.
Ian já tomou a BCG e a hepatite B e fez o teste do pezinho, os outros exames (orelhinha e reflexo vermelho) vou deixar pra quando acabar o resguardo.
Esqueci de comentar no outro post sobre o penteado do Ian na foto. Pentearam ele no berçário e aproveitaram a cabeleira pra fazer um topete, estilo Neymar (eu posso com isso????).

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Apresento-lhes o Ian / Relato de sua chegada

Apresentando: Ian


O relato:
Como todos sabiam, o Ian nasceria dia 24 de janeiro, estava tudo marcadinho. Na segunda-feira, dia 23, acordei bem cedo pra estender roupa na corda e preparar o que ainda faltava para o dia seguinte. Depois de estender roupa na corda, resolvi ir ao banheiro e vi que o tampão mucoso tinha saido, com sangue. Pedi Antonio para não ir trabalhar, pois, provavelmente, Ian nasceria naquele dia. Fomos ao consultório do meu médico e como eu tinha previsto, ele resolveu antecipar para aquela segunda a cesárea, pois eu estava com algumas contrações e o tampão já havia saido. Obviamente que, se eu fosse esperar para o PN, ele não nasceria na segunda, ia render muito, talvez um ou duas semanas de espera, mas o médico parece que tem medo de trabalho de parto e decidiu antecipar pra não ser pego de surpresa.
Saimos do consultório e fomos comprar o presentinho que Ian 'daria' a Ana quando eles se conhecessem. Fui para casa arrumar o que ainda faltava. Corri pra arrumar minha bolsa, que até então não estava pronta; arrumar o bercinho dele, limpar o carrinho e tentar marcar para aquela hora com a manicure, mas não consegui. Foi tudo muito corrido, pois eu tinha que internar às 14 horas.
Cheguei às 14 horas e depois de todos os procedimentos de internação, fui para o quarto. Por incrivel que pareça, a hora passou rápido. Eu sabia que iam demorar pra me chamar, pois havia outra paciente do meu médico internada naquele hospital que já estava marcada para aquele dia, logo, ela iria na frente. Qual não foi minha surpresa, às 18 horas, vieram me chamar para ir ao centro cirurgico. O meu médico me passou na frente por causa dos sinais do trabalho de parto. Eu estava tranquila, nem um pouco nervosa, tentei orar para tudo dar certo, mas a cabeça não parava de funcionar. Fui levada para o centro cirurgico, a equipe estava esperando a pediatra vir de outro nascimento para começar a minha cesárea. Enquanto eu estava ali, deitada, ouvia a conversa dos médicos sobre futebol e outras amenidades e, por incrível que pareça, passou pela minha cabeça que ainda dava tempo de levantar e avisar que eu estava desistindo, que ia esperar meu filho nascer naturalmente. Mas acho que não iriam deixar eu ir embora.
Começaram logo depois, deram-me a anestesia e rapidamente não senti nada da barriga pra baixo. Enquanto se preparavam pra começar, a equipe conversava sobre o nome do meu filho e diziam o tempo todo que aquele momento era para a chegada do Ian. Foi tudo muito rápido, ouvi o chorinho dele muito forte, mas nada de me trazerem para eu vê-lo. Até que me mostraram o Ian, exatamente do jeito que eu imaginei: a cópia da Ana quando nasceu. Antonio tirou as fotos de praxe e levaram ele com a supervisão de Antonio. Depois de costurarem e embalarem, me mandaram para o quarto. Aí, veio a primeira pior parte, a tal 12 horas deitada. Você nao pode falar, se mexer, nao pode nada. Duas horas depois do nascimento, trouxeram Ian para o meu quarto e colocaram-no no meu peito pra mamar. Eu achei que como era a noite, as horas voariam, que eu ia dormir e o tempo passaria rápido. Porém, eu não dormi a noite toda, o tempo todo monitorando o Ian, chamando Antonio pra ver se ele estava respirando, e olhando para o relógio ansiosa para chegar a manhã, eu comer, tomar banho e pegar meu filho no colo, amamentá-lo dignamente. Pois, na posição que eu estava, ele não mamava direito e eu já estava agoniada. Agora, vem a segunda pior parte: a hora de levantar. Quem me conhece, sabe que eu não falo palavrão, mas confesso que naquele momento, todos os palavrões possiveis e impossiveis passaram pela minha cabeça. Que dor horrivel. Ainda bem que não terei mais filhos, pois tanto o parto normal, como a cesárea são bem doloridos. Se houvesse a opção nascer no repolho ou trazido pela cegonha, eu pensaria no terceiro, quarto, quiçá no quinto filho.
Mas o que interessa nessa história toda é que estou muito feliz com a chegada do Ian, com a minha família completa. Ele, assim como a Ana, são presentes de Deus que tenho a obrigação de cuidar de forma excelente. Haja amor e responsabilidade.



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Balanço dos nove meses


Eu não poderia de deixar de fazer um balanço do que foram esses nove meses de gravidez. Lembro que na gravidez da Ana fiz uma espécie de reflexão sobre a gravidez, tudo muito lindo e romântico. Mas muita coisa mudou em tão pouco.
A gravidez do Ian não foi nada planejada, apesar de eu saber exatamente do dia em que ela veio. Fiquei, obviamente, assustada, mas feliz de saber que Ana não seria mais uma criança sozinha. Além disso, Antonio ficou super feliz com a notícia.
Descobri muito rápido que seria um menino, outra novidade. Apesar que não tinha mesmo preferência de sexo, pois amei ser mãe de menina. Ter duas seria divertido, ter um casal vai ser uma aventura, vai ser novo cuidar de um menino.
Quanto ao nome, já estava decidido desde a gravidez da Ana, se fosse menina, seria Ana, se fosse menino, seria Ian e ponto.
Achei que essa gravidez passou voando, foi tudo muito rápido, nem deu pra sentir fortes ansiedades. Agora, que se aproxima o dia do nascimento dá um pouquinho, mas nada incontrolável.
Essa foi marcada por grandes emoções, esse menino é duro na queda. No início, foi o sangramento que me assustou; depois veio a crise de ansiedade que me levou à terapia, tomar florais e a ler muito sobre psicanálise e maternidade (o que foi bem interessante); houve o tombo no banheiro, que foi só um susto; e, pra terminar, o acidente de carro que, graças a Deus, não afetou a gravidez, tirando o laudo absurdo do plantonista que quase arra
ncam Ian antes do tempo.
Eu costumo dizer que só me falta Ian querer praticar esportes radicais, pra completar as minhas preocupações com a vida dele.
Quanto ao parto, isso deu pano pra manga. Na da Ana foi tudo tranquilo, eu decidi, a médica concordou, algumas pessoas me chamaram de louca e eu dei vexame na hora do parto, pois não estava preparada para o nascimento natural.
Agora, no do Ian, mudei de GO e, quer saber, não me arrependo. A GO da gravidez da Ana tinha umas paradas que não foram legais, fui saber depois.
Esse GO disse que não fazia parto normal e eu nem liguei pra isso, porque, sinceramente, acho os dois nascimentos difícieis. Eu gostaria de uma terceira opção, tipo, acordar e o bebê estar do seu lado embrulhado num repolho...hehehe
Tudo agora está sendo novo pra mim. Tem horas, que eu dano a chorar em pensar que não vou conseguir dar conta de dois tão pequenos. Mas não tem jeito, vou ter quer dar conta.
Eu já me sinto mãe de dois, coisa que não sentia na gravidez da Ana. A Ana era uma novidade, eu não tinha noção do que era ser mãe. Agora, o meu amor já se multiplicou, sinto-me responsável pelos dois. Às vezes, quando estou deitada abraçada com a Ana e o Ian mexe, me sinto completa tendo os meus dois pecorruchos perto de mim. Comprei dois pingentes simbolizando Ana e Ian. Algumas pessoas acham curioso de eu já ter providenciado o dele. Mas é óbvio, não tem jeito, ele já é e sempre será meu filho.
Ontem, arrumei a bolsa dele pra levar à maternidade. Segue a foto da bolsa linda que ganhei da marca Pepe e Nina, tem cada modelo lindo, além do site hiper caprichado feito pelo pai do Ian...hehehe.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

As 37 semanas e outras

Essa é a 37ª semana. Fiz uma ultra e um cardiotoco, além do exame de streptocus (é esse o nome?). Tudo normalissimo. Ian está com um peso estimado de 3051g e quase 50 cm. Deve nascer mais ou menos como a Ana, acho que menor. Fui na consulta hoje deduzindo que o médico deve marcar a cirurgia para o final da semana que vem ou, provavelmente, para a última semana de janeiro. Porém, não foi nada disso. Ele marcou pra terça-feira que vem, dia 24. Eu: "Como assim, doutor???? Já???" Ele: " Como já?" O bebê já está pronto pra nascer, não precisa esperar mais. Como você já teve um parto normal, pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento e aí terá com o plantonista do hospital.
Essa história de marcar data para o seu filho nascer é muito estranho pra mim. Não vou esperar o trabalho de parto porque temo de quem estará de plantão no hospital no dia. No início, até pensei em procurar uma casa de parto, parir naturalmente, mas depois vi que não ia rolar. Enfim, me joguei nas mãos do meu médico. Vou pra faca. Disse que estou com medo e ele me confortou. Meu medo é essa coisa de acertar o dia que seu filho vai chegar, ainda mais assim, de uma hora pra outra. Ele pediu que eu escolhesse, segunda ou terça, eu escolhi a terça. Mais um dia aqui dentro.
Tenho que correr pra resolver uma porção de coisas até terça-feira. E não é pouca coisa não. Ainda bem que depois da consulta com o GO eu tinha sessão na terapia.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O desabafo das 36 semanas

Mas uma vez repito, nas minhas contas estou com 36 semanas, mas nas do médico, estou entrando hoje na 37ª. Eu precisaria de mais um mês pra ajeitar tudo, os dias passam e eu não consigo dar conta de tudo. Tem dias que consigo lavar algumas roupinhas, passar outras, arrumar uma parte do armário... Mas ainda faltam algumas coisas. O que precisava ser comprado, já comprei, só falta arrumar a malinha do bebê.
Semana que vem, tenho que fazer outra USG e uma cardiotoco, não consegui marcar aqui perto, vou ter quer ir pra Barra (ninguém merece).
Ao mesmo tempo que estou ansiosa pra ver o rostinho do Ian, fico preocupada com a chegada dele, de como ficará tudo, dar conta de duas crianças (TÔ MORREEEENDO DE MEDO).
Eu ando cansada, dolorida e estressada. A Ana não para quieta e eu tenho sentido dores na costela por causa do acidente e tontura, então, acabo não dando conta de acompanhar o ritmo dela e isso me estressa.
Sinceramente, eu não aconselho ter um filho atrás do outro. O ideal é esperar uns 3 a 4 anos. Todo mundo me fala que é bom que cria junto, que vai tudo de uma vez só, mas durante a gravidez é muito dificil cuidar de um bebezão e levar a gravidez. E no meu caso, o acidente me deixou mais fragil. E minha mãe nem tem podido me ajudar mais esses dias por causa do acidente.
Eu preciso urgente de alguém pra me ajudar em tempo integral, senão eu vou surtar.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

E a história continua...

Essa semana está sendo looonga demais. Disse hoje ao meu marido que o Ian vai nascer abençoado por tantas emoções que ele tem passado aqui dentro.
Minha mãe precisou ser internada, pois criou-se um coagulo no cérebro e precisa ser dissolvido. Se Deus quiser, depois do exame de hoje, ela receba alta. Eu fiquei com muitas dores nas costas da pancada e a cabeça doendo pouco. Todo mundo ficou muito preocupado com o impacto na minha cabeça e insistindo pra que eu fizesse um exame mais elaborado, como minha mãe fez. Cheguei a marcar um neurologista pra semana que vem. Ontem, uma amiga médica me ligou perguntando se não foi feito uma USG depois do acidente, não foi feito, ela ficou desesperada, dizendo que tem que ser feito, mesmo o bebê parecendo estar bem. No final da tarde, fiquei muito zonza, com muita tonteira e enjoo, fui à emergência do hospital com o propósito de fazer um exame na cabeça e a tal ultra. Foi aí que a segunda parte da história começou.
Passei na GO de plantão, que por sinal é muito boa, ela ouviu o coração do bebê e resolveu passar uma USG só por desencargo de consciência. O médico da ultra era tão sociável quanto um tronco velho, perguntei se estava tudo bem e ele só respondeu: "tá". Logo depois, a médica me chamou dizendo que meu exame deu que eu estava perdendo líquido e que a placenta já estava em grau III. Eu levei um susto. Questionei o exame: como grau III se há uma semana fiz uma USG que o grau estava I? Eu não acreditei no exame. A médica ligou para o meu médico, ele decidiu passar corticóide para amadurecer o pulmão do bebê, caso o diagnóstico fosse esse mesmo. EU QUASE ENFARTEI! Não queria tomar a injeção sem antes fazer outro exame, com outro médico. A médica, de maneira muito sutil, me aconselhou a fazer outro com o plantonista do dia seguinte, que ela conhecia. Depois, passei por um clínico geral, que achou melhor não fazer uma tumografia, por causa da radiação, prescreveu uns exames pra saber da tonteira e me deixou de repouso. Estou melhor.
Como eu tinha duas guias de exames que teria que marcar, fui hoje bem cedo para o laboratório, onde estaria um médico obstetra e ultrassonografista, consegui um encaixe e aproveitei e fiz a cardiotoco e a USG obstétrica. As palavras dele foram: não sei aonde esse médico viu perda de líquido, tem muito líquido aí, além disso, a placenta está no máximo, chegando ao grau II. O Ian está ótimo, tudo normalzinho, com 36 semanas.
Como meu GO é no mesmo prédio, passei por lá e levei os exames pra ele. Ele disse que isso acontece muito, por isso, pede pra repetir exames e que a dose de corticóide que tomei não tem problema nenhum para o bebê.
O interessante é o médico perguntando se o meu acidente foi uma queda, e eu disse pela milésima vez que tinha sido de carro, que eu estava num táxi. Aí, ele comentou: "Um dia desses, passei pela Estrada da Caroba e vi um acidente horrivel com um táxi e um ônibus." Aí, eu falei pra ele: " Eu estava naquele táxi, doutor". Ele me abraçou, a ficha caiu.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

35 semanas; visita ao GO e o pior susto

Entrei 2012 com 35 semanas. Terça-feira iniciei as consultas semanais no GO. O bebê está ótimo, segundo a ultrassonografia e o cardiotoco. Semana que vem tenho que fazer outra e ir novamente ao GO. Ian anda tão agitado que o médico não conseguiu ouvir o coraçãozinho dele, mexia o tempo todo. O interessante foi que perdi 700 g, no periodo do Natal e Ano Novo. O médico ficou pasmo. Eu não sei que milagre foi esse, porque comi muito nesse periodo. A verdade é que não ando com vontade de comer até explodir. Ando muito cansada, minha vontade é não sair mais de casa até o nascimento do bebê. Dirigir não está dando mais, a barriga encosta no volante. Então, decidi que agora vou sair o mínimo possivel e de taxi.
Ontem, quando voltava da consulta passei por uma experiência terrivel. Minha mãe foi comigo e com a Ana para a consulta. Pegamos um taxi de volta, o taxi parou num sinal e um ônibus que vinha de outro sinal veio pra cima da gente. Eu não lembro da batida, nem como foi. Bati com a cabeça, desmaiei e quando acordei vi minha mãe caida e sangrando, enquanto o carro sacolejava, Ana chorava, estava embaixo da minha mãe. Eu comecei a gritar, chamando minha mãe e tirei Ana de debaixo dela. Só pensei em proteger a Ana, minha barriga e cuidar da minha mãe. O momento foi terrivel. De repente, chegaram algumas pessoas e eu pedia pra tirar minha filha do carro, mas ao mesmo tempo eu não a soltava. Ana não sofreu um arranhão, mas ficou muito assustada, ela gritava por 'mãe' e eu gritava pela minha 'mãe'. Uma moça pegou a Ana no colo, e ela olhava pra mim chorando e me chamava. Fomos com o carro de bombeiros para um hospital público aqui do bairro. Eu estava tranquila comigo, porque sabia que não tinha acontecido nada com Ana, nem com o Ian, ele continuava mexendo e não levei nenhuma pancada na barriga. Minha preocupação era minha mãe. Ana passou pelo pediatra, mas não tinha sofrido nada; eu levei um pancadão na cabeça que fiquei com um galo enorme e minha vista foi ficando turva; minha mãe estava com o corpo dolorido e sangrando pelo ouvido.
Fiquei com medo de estar no hospital em darem algum medicamento que afetasse o bebê, por isso, tudo eu perguntava três vezes o que era. Fiz uma tomografia e passei pela obstetra de plantão, mas estava tudo normal.
Pedi que uma amiga pegasse a Ana e levasse pra casa dela, enquanto Antonio ficava no hospital comigo. Fiquei preocupada porque Ana não tinha comido nada. Ela ficou muito bem na casa dessa minha amiga, se alimentou, brincou e dormiu.
Eu sei que esse acidente foi um grande livramento de Deus. Todos que passavam ou viam o acidente diziam que Deus nos livrou, porque o carro se acabou. Provavelmente, Ana não sofreu nada porque estava sentada entre minha mãe e eu, e minha mãe estava virada para o lado dela, a segurando, quando minha mãe caiu em cima dela, amorteceu todo o impacto.
Isso foi mais um motivo para eu não dirigir mais até o Ian nascer. A história seria bem diferente se eu estivesse no volante.